"Quando Deus destrói sua própria vinha"

27/06/2016 11:00

1ª parte:

Is 5.1-2-a: “Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu amado a respeito da sua vinha. ‘O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. Sachou-a, limpou-a das pedras e a plantou de vides escolhidas, edificou no meio dela uma torre e também abriu um lagar...”.

2ª parte:

v. 2b-4: “Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas. Agora, pois, ó moradores de Jerusalém e homens de Judá, julgai, vos peço, entre mim e a minha vinha. Que mais se podia fazer ainda à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas, veio a produzir uvas bravas?”.

3ª parte:

v. 5-7,12-13: “Agora, pois, vos farei saber o que pretendo fazer à minha vinha, tirarei a sua sebe, para que a vinha sirva de pasto, derribarei o seu muro, para que seja pisada, torná-la-ei em deserto, não será podada, nem sachada, mas crescerão nela espinheiros e abrolhos. Às nuvens darei ordem que não derramem chuva sobre ela. Porque a vinha do SENHOR dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta dileta do SENHOR; este desejou que exercessem juízo, e eis aí quebrantamento da lei; justiça, e eis aí clamor... Liras e harpas, tamboris e flautas e vinho há nos seus banquetes; porém não consideram os feitos do SENHOR, nem olham para as obras das suas mãos. Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede”.

4ª parte:

v. 16: “Mas o Senhor dos Exércitos é exaltado em juízo; e Deus, o Santo, é santificado em justiça”.

“Sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14)

 

 

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