"Carta de Recomendação" 

sobre ex-pastores e ex-missionários das Igrejas de Nova Vida da Tijuca

 

        Sobre os pastores e missionários a quem confiei o cuidado do pastoreio das ovelhas do rebanho do Senhor Jesus Cristo que este encaminhou, pelo seu Espírito Santo, ao aprisco das Igrejas de Nova Vida da Tijuca, e de maneira especial aos que ordenei ao santo ministério pastoral, e que não mais integram o Corpo de Oficiais das Igrejas de Nova Vida da Tijuca, sob a égide não apenas do período em que juntos caminharam com os que militam nesta obra, mas considerando também, no “pós-saída”:

1.      Ao testemunho pessoal e espiritual que demonstram manter após a saída deste ministério;

2.      Ao testemunho de vida familiar que demonstram manter após a saída deste ministério, mantendo sua aliança matrimonial;

3.       A forma ética como procederam na saída deste ministério (pois muitos, de maneira repentina, apenas "comunicam" sua saída, não se importando, com isto, com as consequências diretas na vida das ovelhas - especialmente dos novos-convertidos e dos fracos na fé - e na organização da igreja e seus setores de serviço ministerial, afetando aos demais membros da igreja);

4.      Ao testemunho ministerial, jamais tirando “a mão no arado” em obediência Àquele que os chamou a trabalhar, acomodando-se em um “canto” de uma igreja sem produzir frutos constantes e crescentes a Cristo;

5.      Ao caráter que demonstram manter após a saída do ministério, mantendo, vivendo e praticando a honra, respeito, consideração e gratidão àqueles que foram seus líderes espirituais, pastoreando-os, discipulando-os, disciplinando-os, orientando-os, preparando-os e confiando a eles o cuidado das ovelhas de Jesus enviadas àquele redil, assim como à igreja que os abençoou, mantendo consequente distância dos murmuradores, dos facciosos, dos que almejavam "emprego" ao invés de serviço ministerial e dos demais integrantes da estéril e fatal roda dos escarnecedores, jamais falando “nas costas”, distante e publicamente (Facebooks e correlatos), aquilo que não têm hombridade em falar “olhando nos olhos”, pessoal, particular e diretamente;

6.       A firmeza na sã doutrina bíblica, baseada no conhecimento bíblico aplicado a uma vida de fé e de frutificação, somados à edificação da igreja e seu crescimento evangelístico;

7.       A ética em não utilizar o obscuro recurso do bypass nas costas de seu líder.

8.       A ética em preservar a unidade da igreja onde serviram ministerialmente buscando unir-se a igrejas (ou mesmo iniciando-as) que sejam distantes de onde saíram visando evitar, assim, a natural divisão na igreja pela identificação natural oriunda do período em que ali lhes foram confiados o púlpito e o cuidado das vidas ali congregadas, demonstrando serem líderes que não temem trabalhar sem precisar subtrair a membresia da igreja onde vantajosamente exerceram influência para iniciarem os seus ministérios.

     Assim, entendendo que não basta “receber a bênção na saída” da igreja se os frutos que se apresentam após fechada a porta do gabinete pastoral têm a fel da ingratidão e a falta de respeito e honra, para não mencionar aqueles que nem fruto produzem, carregando apenas o título que um dia receberam, atesto, a quem possa interessar, minha recomendação pessoal, quanto aos que confiei e ordenei ao presbiterato (como missionários ou como pastores) aos que estão relacionados na listagem abaixo:
 

  • Recomendo o Pr. Paulo César Coelho Rocha (dezembro de 2004).
  • Recomendo o Pr. Cleo Holanda (maio de 2006).
  • Recomendo o Mss. Mukenge Shay (novembro de 2014).


Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2014.


Pr. Martinho Lutero Semblano
Igrejas de Nova Vida da Tijuca

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