Estrada Independência, 71 Morro do Borel, Tijuca CEP 20530-400
Distrito da NV Tijuca: 3º Status: Congregação
Aniversário: 24 de novembro
Batismos nas Águas: 87 vidas em 17 batismos (Atualizado com o batismo de 25/05/2008)
Horários
Domingos, 9h (EBD).
Domingos, 10h15 ("Culto da Família e do Ensino").
DOMINGOS, 18h ("Culto de Celebração"). Quartas-feiras, 19h30 ("Culto da Vitória").
Sextas-feiras, 19h30 ("Culto de Cura e Libertação").
Sábados, 19h ("Giro 180").
Localização
De carro: - Pode-se ir de carro pela Rua Conde de Bonfim, na altura do número 1.300, e estacionar o carro nas cercanias. Fica em frente ao antigo Carrefour. Pode-se também seguir pela Rua São Miguel. A subida fica em frente ao número 500.
De ônibus e kombi: - Da Rodoviária Novo Rio: 233, 234 - Do Centro da cidade: 220, 225, 229, 415, 413 - De Copacabana: 415, 413 - Da Barra da Tijuca: 233, 234, 225, 229 e os "Barrinhas" - Do Aeroporto Santos Dumont: 415, 413
* Pegando qualquer um destes ônibus descer em frente ao antigo Carrefour e pegar uma kombi do outro lado da rua, descer no Largo Nova Vida.
No dia 25 de agosto deste ano de 2007 o proprietário do imóvel vizinho ao templo da NV Borel aceitou vendê-lo. Desta forma, mesmo fazendo a obra do terceiro andar, estaremos iniciando a campanha de compra do imóvel, para podermos duplicar a igreja, incluindo, além de novas salas para as crianças e ministérios, uma sala para cursos gratuitos de informática para aquela comunidade.
Participe! Clique no menú "Soul Missionário", submenú "Inscrição On-Line" e participe, sendo um "Plantador de Igrejas".
História da Igreja de Nova Vida do Borel
Em construção.
O
Morro do Borel, favela localizada na Tijuca, começou a ser ocupado em 1921, quando houve remoção da
população dos Morros do Castelo e de Santo Antonio, no centro da cidade, na reforma urbana do Prefeito Pereira Passos.
Nos fins do Século XIX, antes da transferência ao morro tijucano dos morados retirados do centro da cidade, o bairro possuía uma grande fábrica com cerca cem empregados e nelas fabricava-se:
tecidos, roupa branca, chapéus, rapé, cigarros, cerveja, laticínios,
conservas, gelo, papel e papelão. A "Fábrica de Rapé e Tabaco" se
transformou na "Fábrica Borel", por ocasião da visita ao Rio de Janeiro em 1922 do brilhante matemático francês Émile Borel (1871-1956), designado para lecionar na prestigiosa Universidade de Sorbonne com apenas 25 anos de idade, e fundador da Escola Francesa
de Teoria das Funções.
Com a publicidade da mudança do nome da grande fábrica em homenagem ao matemático francês, o nome do morro começou a ser associado como o "Morro da Fábrica Borel" e, conseqüentemente, Morro do Borel. Esta fábrica em frente ao morro, que empregava grande parte da população do morro, viria a ser comprada pela fábrica de cigarros Souza Cruz e, posteriormente, foi vendido ao hipermercado Carrefour, que em 2005 encerrou suas atividades, encontrando-se atualmente o imóvel desocupado.
Em processo movido pela imobiliária Borel
Meuron, subsidiária da, então poderosa, Seda Moderna, no dia 2 de março de 1955 o jornal Correio
da Manhã anunciava com destaque: “Decretado despejo dos favelados
do Morro do Borel”. A matéria informava que “A situação dos favelados do morro do Borel
agravou-se ontem com o despacho do juiz (...) decretando o despejo.
Ainda recentemente (...) vários moradores daquele morro foram recebidos
pelo ministro Seabra Fagundes”. A medida nunca foi executada.
Em 2001 nascia ali, para abençoar este histórico morro carioca, a Igreja de Nova Vida da Tijuca, um local de paz e renovação onde vidas têm sido abençoadas pelo poder de Deus.
Dados Estatísticos
População (1991, IBGE): 7.121 habitantes Domicílios (1991, IBGE): 1.774 domicílios.