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Igreja de Nova Vida do BarraShopping

Av. das Américas, 4666
(Centro Ecumênico)
Barra da Tijuca
CEP 22649-900

Distrito da NV Tijuca:

Status: Núcleo

Aniversário: 17 de abril

Batismos nas Águas:
   0 vidas, em 0 batismos (Último Batismo: Ainda não houve)

Cultos

Quartas-feiras, 13h (Momento "Fé, Esperança & Amor").

Localização

Liderança


   
Mss. CLAUDIA KELLER 
   (3ª turma da Escola de Líderes)

História da Igreja de Nova Vida do BarraShopping

A Porta Aberta                  

   Em uma ocasião em que o Pr. Martinho Lutero foi pregar em Atlanta (precisamente em 2004), uma coisa lhe chamou a atenção: a presença de igrejas em shopping centers americanos. Até então não tivera tal percepção, pois, por freqüentar os centros de compras brasileiros ainda não tinha observado igrejas em um meio onde só havia lojas. O tempo passou e, depois de iniciado um ponto-de-pregação em uma livraria e, depois, na casa de um pastor morador do bairro, começaram a procurar espaços para alugar nos shoppings da região, deparando-se com algo inesperado: os shoppings não alugam para igrejas. Assim – e com os aluguéres de imóveis muito altos na Barra da Tijuca (precisamente na área mais valorizada, a do Bosque Marapendi) – o Pr. Martinho Lutero entendeu que era momento de aguardar e que, quando fosse a hora, o Senhor abriria as portas.

   Em outubro de 2007 seu amigo e ex-parceiro de banda, Pr. Lucas Ribeiro, pastor da Union Church, ofereceu o espaço de sua igreja para o início da Igreja de Nova Vida na região do Bosque Marapendi, mas, após contatos com a secretaria daquela igreja (Pr. Lucas estava de viagem), os horários disponíveis não eram viáveis e, assim, preferimos aguardar um pouco mais para o novo contato.

     No início de 2008, entretanto, em um almoço com o Ap. Victor Hugo Avilés, ficou surpreso com o que ele lhe registrara: estava fazendo cultos no Centro Ecumênico daquele shopping. Em início de março delegou à líder dos obreiros do Ministério e aluna da Escola de Líderes, Valéria Feliciano, a incumbência de fazer os contatos com a administração do shopping e, com a confirmação posterior à entrega de documentações, o Pr. Martinho Lutero comunicou a todos, no “Culto Central do Ministério” de 1º de abril de 2008, a abertura da Igreja de Nova Vida do BarraShopping, ocasião em que levantou como Regentes a Mss. Claudia Keller e a Mss. Valéria Feliciano.   
       

O Culto de Inauguração  

    Apesar das muitas limitações (proibido panfletar dentro do shopping ou em seu estacionamento e entradas, proibido abordar e convidar pessoas do interior do shopping etc.), iniciamos o culto divulgando aos membros das igrejas do Ministério e a amigos moradores da Barra da Tijuca.

     Para a glória de Jesus Cristo, o Culto de Inauguração foi realizado na quinta-feira, dia 17 de abril de 2008. Os presbíteros presentes no culto foram: Pr. Martinho Lutero Semblano (Pastor Presidente), Pr. Luiz Antonio de Oliveira (Pastor do 1º Distrito), Pr. Sérgio Thadeu P. de Souza (Pastor do 3º Distrito), Pr. Alexandre Gama (Pastor do 5º Distrito), Mss. Celso Ricardo (NV Alto da Boa Vista), Mss. Mirian Abreu (NV Vila Mimosa) e Mss. Claudia Keller e Mss. Valéria Feliciano que, na ocasião, tomaram posse como as regentes da igreja nascente.

    A pedido das regentes, a Igreja de Nova Vida da Tijuca destacou duas obreiras para ali servirem: Adriana Ribeiro e Sônia Freire.  

    Também participaram do culto inaugural Bruna, Priscilla e Nathan Keller Semblano, Paulo Roberto, Saulo e Matheus Oliveira, a irmã da Mss. Valéria Feliciano, Sônia Cristina de Souza, Maria Lúcia Tawil, Isabel Dias, Maria de Lourdes da Silva, Vânia Ferreira Feliciano, Marcos & Adriana Cury (que levaram a primeira visitante, Renata de Lima) e Nelmir Márcio Lidoine (obreiro da Igreja de Nova Vida do Alto da Boa Vista).

    O culto iniciou às 20h10 com oração da Mss. Valéria Feliciano, seguido de um momento de agradecimento à liderança, juntamente com a Mss. Claudia Keller e, juntas, apresentação do projeto para aquele lugar. Após, passaram a palavra ao Pr. Martinho Lutero Semblano, cujo curto sermão se baseou no texto de Deuteronômio 7.8-10, cujo título foi “Quando o Senhor te introduzir na terra a qual passas a possuir”.

   No meio da mensagem, o Pr. Martinho Lutero falou com emoção do significado que era abrir uma igreja em um Centro Ecumênico, reportando a uma fase importante na vida de sua família quando, no Uruguai, seu pai alugou  uma sala do 2º andar nos fundos de um Centro Ecumênico (em uma Igreja Luterana desativada) para estabelecer a igreja e os frutos não apareciam, até que, reverentemente pediu a Deus o sinal de que, caso uma vida não se convertesse em uma semana, voltaria ao Brasil. E, com angústia pela espera do sinal, naquele dia registrou em uma anotação entregue a seu filho Lutero: “Eu estava em casa, e recebo um telefonema da secretaria do Centro Ecumênico, me pedindo desculpas, mas surgira um problema e nós não poderíamos usar o salão que utilizávamos, mas no lugar dele, nos cediam uma loja na frente, à face da rua (!). Aí pensei na hora: Deus ouviu nossa oração e viu nossa angustia [A oração muda as coisas, aleluia]. Chegou a hora do culto e lá estávamos nós com alguns irmãos. Não havia nenhum visitante nem ninguém entra, então chegou o fim, amanhã começaremos os preparativos para deixar a missão e o Uruguai ... Chegou o momento da palavra e eu comecei a ministrar, e olhando para os meus irmãos sem ninguém de fora. Em meio a mensagem, uma senhora passa na rua, ouviu e parou, e eu pregando e pensando: será essa senhora que Deus vai usar para me segurar aqui? – A mensagem continuava. Comecei o apelo, e aquela senhora entrou, pouco tempo depois, ela levanta a mão e diz: eu quero receber a Jesus por meu Salvador. Uma alegria indescritível invadiu todo meu ser, aleluia, e louvei e agradeci ao Senhor, por me amar, me ouvir e responder da maneira que Ele quer”.

    Terminando sua mensagem, quando muito falou da experiência de seu pai e de sua família no Uruguai, convidou os presbíteros para imporem suas mãos sobre as novas regentes.  

    Após, o Pr. Martinho Lutero entregou a palavra à Mss. Claudia Keller, que teve a responsabilidade pela palavra do ofertório, ao que, encerrado tal momento, devolveu a palavra ao Pr. Martinho Lutero para que fizesse a oração final e impetrasse a primeira bênção apostólica àquela igreja.

     Findo o culto, foram procurados pela dona de uma cantina e o gerente de uma restaurante que, movidos pelo Espírito Santo, afluíram àquele local sem que ninguém os tivera chamado. Louvado seja o Senhor Jesus.



HISTÓRIA DA BARRA DA TIJUCA


    A ocupação da região da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá começou em 1594, com a concessão de duas sesmarias pelo então governador do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá, a seus dois filhos, Martim de Sá e Gonçalo Corrêa de Sá. As terras de Gonçalo foram legadas em testamento por sua filha, Victória Corrêa de Sá, ao Mosteiro de São Bento. Os monges beneditinos tomaram posse da área em 1667 e fundaram várias fazendas, onde se dedicaram por mais de 200 anos à cultura de cana de açúcar, mandioca e à criação de gado. Em 1891, as terras foram vendidas à Companhia Engenho Central de Jacarepaguá, que as revendeu ao Banco de Crédito Móvel. Este passou-as à prefeitura do Distrito Federal, que por sua vez arrendou-as à firma Honestingel e Cia., em troca da construção de escolas, hotéis e uma vila de pescadores. As terras de Martim de Sá ficaram em poder de seus descendentes até 1694, quando foi vendida à família Serpa Pinto, que fundou ali a Fazenda da Restinga. Em 1920, esta passa ao controle de uma companhia ferroviária inglesa, que a divide em oito glebas e as negocia com empresários paulistas.

    Um dos primeiros núcleos de ocupação do bairro foi a área conhecida atualmente como Barrinha, ou Largo da Barra. Os lavradores e pescadores chegaram à região no fim do século passado, desbravando as matas entre a Lagoa da Barra e as encostas da Pedra da Gávea. A era rural durou até as primeiras décadas deste século.

    Em 1938, o industrial Euvaldo Lodi fez o primeiro loteamento da Barra. Foi ele Também o responsável pela fundação do loteamento Jardim Oceânico. É desta época que data o talvez mais completo registro histórico da vida na Barra – "O sertão carioca", uma série de artigos e gravuras do historiador, desenhista e professor Armando de Magalhães Corrêa, publicados no jornal Correio da Manhã. A obra retrata com riqueza de detalhes a fauna e a flora locais e os costumes dos nativos, que ainda guardavam fortes heranças culturais dos índios tamoyos. Foi Magalhães Corrêa o primeiro a propor uma reserva biológica em Marapendi, só transformada em Área de Proteção Ambiental pela prefeitura do Rio em 1991.

    A praia da Barra, até os anos 1960, foi uma região de pescadores mas, com a abertura, no fim dos anos 1960, do túnel Dois Irmãos e do elevado do Joá, ligando a Zona Sul à Barra pela costa, deu-se o início de um projeto de urbanização idealizado pelo arquiteto Lúcio Costa.

    Em 1969, iniciou-se o projeto do plano piloto do bairro, elaborado por Lúcio Costa. Ele previa a construção de duas avenidas principais e duas secundárias, a Avenida das Américas (na época “parte da rodovia BR-101”, com 40 quilômetros), a Av. Armando Lombardi (continuação da Avenida das Américas), a Avenida Sernambetiba (que corre ao longo do litoral) e a Av. Ayrton Senna (na época Avenida Alvorada), além de um regulamento para o desenvolvimento da Barra da Tijuca e dos bairros adjacentes com a limitação do gabarito dos prédios e a criação de áreas de preservação ambiental.

    Em meados da década de 1970, já havia alguns condomínios fechados isolados em meio à vegetação predominante, com alguns estabelecimentos comerciais de pequeno e médio porte.

    Durante os anos 1980, a Barra da Tijuca viu uma explosão demográfica, com praticamente todos os terrenos ao longo das suas avenidas ocupados por grandes condomínios residenciais, parques, supermercados, shopping centers, escolas, hospitais. As avenidas foram duplicadas e receberam sinalização. Nesta época, houve um movimento de emancipação da Barra e bairros vizinhos em relação ao Rio de Janeiro, mas o resultado do plebiscito foi contrário.

    Hoje a região é caracterizada por um estilo de vida inspirado pelo subúrbio americano, baseado em condomínios, automóveis e shopping centers. De águas esverdeadas e com uma formação de ondas bastante peculiar, a Praia da Barra da Tijuca, a maior da cidade, é uma das mais procuradas pelos praticantes de surfe, windsurfe, bodyboarding e pesca de beira. Com muitos bares, quiosques e restaurantes, a Barra tem atraído um número cada vez maior de visitantes. 

    De fato, a Barra da Tijuca continua sendo um bairro calmo da cidade do Rio de Janeiro que possui 18 quilômetros de praia, sendo a maior da cidade, e 3 grandes lagoas principais, além de lagoas menores e canais. Atualmente o bairro tem atraído um número crescente de empresas, além da maior sala de concertos do Rio de Janeiro, cujo nome se inspira na Cidade da Música do parque de La Villete, em Paris.    
    A Barra, como é conhecida popularmente, é um bairro relativamente novo, classificada com alto desenvolvimento humano (IDH=0,959) e alto índice de alfabetização de adultos (segundo lugar do Rio de Janeiro) com 99,38%.


Sobre o BarraShopping

    Um dos maiores shopping-centers do Brasil, foi inaugurado em 27 de outubro de 1981. Integram o BarraShopping, o New York City Center, o Centro Médico BarraShopping, o Centro Empresarial BarraShopping (formado por onze prédios comerciais que abrigam empresas como a Shell e Amil, além de possuir um campus da Universidade Estácio de Sá e estar interligado ao Fórum Regional da Barra da Tijuca) e, agora, a Igreja de Nova Vida do BarraShopping.    

    O shopping conta, além da Igreja de Nova Vida, com 577 lojas em 120 mil m2 e conta com 5 mil vagas de estacionamento. Por ano, mais de 20 milhões de pessoas visitam o shopping, além dos mais de nove mil empregos que o complexo oferece.


Dados Estatísticos

- População do bairro (2000): 174.353 habitantes.
- Empresas: 8.000 (no bairro).